sábado, 23 de abril de 2016

6 elementos de um bom treino de flexibilidade

Um treino de flexibilidade precisa ser pensado em seu sentido mais amplo. Veja neste artigo os 6 elementos de um bom treino de flexibilidade!

treino de flexibilidade

Apesar de não ser diretamente relacionada a resultados estéticos, a flexibilidade é uma qualidade física cada vez mais importante para quem quer ter bons resultados com a musculação. Se formos para a questão da qualidade de vida, ela é ainda mais importante, pois quanto mais flexível, mais funcional o corpo se torna. Independentemente do caso, é fundamental que o treino de flexibilidade bem executado seja composto por estes 5 elementos que serão aqui citados!

Você é flexível? Como anda sua flexibilidade?

Antes de falarmos da questão específica do treino de flexibilidade, é importante deixar claro alguns pontos. Quanto mais flexível você for, melhor para a questão da funcionalidade. Neste sentido, muitas pessoas acabam perdendo qualidade de vida, mesmo se exercitando, pela falta deste componente.

Com o passar do tempo, nossa flexibilidade tende a diminuir e com isso, nossa marcha e movimentos no geral se tornam mais “pesados”. Para que isso não ocorra, é muito importante que você faça treinos de flexibilidade constantes e com uma qualidade elevada.

Para ficar mais claro isso tudo, veja agora os 6 elementos de um bom treino de flexibilidade!

Treino de flexibilidade e seus 6 elementos principais

1. Variação de exercícios:
Um músculo flexível é aquele que se adapta as mais variadas posições sem colocar em risco a estrutura corporal no geral. Desta maneira, é muito importante que você faça seu treino de flexibilidade com variações de movimentos bastante completa. Usar sempre os mesmos exercícios, com os mais variados ângulos e posições. Desta forma, seus músculos terão uma solicitação completa, dentro de cada uma de suas amplitudes.
Estas variações de exercícios de forma alguma significam invencionismos. Assim como no caso dos movimentos da musculação, no treino de flexibilidade temos linhas, eixos a serem seguidos. Não modifique isso e seu treino será muito mais efetivo.


2. Varie os métodos de treino:
Este é um ponto muito importante para que possamos ter melhores resultados. Muitas pessoas focam apenas no alongamento estático, aquele onde você fica em determinada posição. Porém, inúmeros casos e estudos nos mostram que o alongamento dinâmico, aquele onde você se movimenta e busca ultrapassar determinadas angulações é o mais indicado. Não que você precise usar somente um ou outro, mas é muito importante esta variação.

Em determinados dias use apenas exercícios estáticos, em outros, apenas dinâmicos e em outros, misture-os. Isso fará com que seu treino de flexibilidade seja mais amplo e atinja seus músculos de uma forma mais completa. Isso tudo fica muito evidente em métodos como a Yoga e o Pilates, que alternam entre posições estáticas e dinâmicas e são altamente eficientes para quem busca a melhora da flexibilidade.

3. Escolha o momento do dia mais adequado:
O treino de flexibilidade é altamente influenciado pelo ambiente. Frio e calor influenciam diretamente na forma como seu corpo se comporta, nas amplitudes alcançadas e na qualidade do treino.
No geral, o mais indicado é utilizar os momentos mais quentes do dia para que o treino tenha mais efeito. Isso por que o líquido sinovial, aquele que lubrifica as articulações, tem uma relação diretamente proporcional com a temperatura ambiente (geralmente na proporção de +1, ou seja, 1 grau acima da temperatura externa).
Desta forma, tente ver em sua rotina diária, em qual momento o treino de flexibilidade se mostra mais efetivo e tem melhores resultados.


4. Objetivo:
Apesar de parecer simples, o treino de flexibilidade pode ser empregado nos mais variados momentos. Ele pode ser usado para a melhora da flexibilidade no geral, para relaxamento ou ainda, para o aquecimento em determinados esportes, tendo em vista o aumento da amplitude articular que ele proporciona. Neste sentido, um bom treino de flexibilidade é usado para diversos objetivos. É muito importante que você tenha a clareza do que você está procurando, pois cada objetivo tem abordagens diferentes.
Por exemplo, um treino de flexibilidade focado em relaxamento, raramente tem mais do que 10 segundos em cada posição. Já para aumento da flexibilidade, geralmente usamos de 20 a 30 segundos, no mínimo, em cada posição no caso dos estáticos. Desta forma, cada objetivo tem abordagens diferentes e você precisa disso para ter melhores resultados!

5. Integração correta com os demais treinos!
Este é o principal ponto a ser destacado. não indicasse o uso de alongamentos antes do treino de força, pois este reduz o desempenho. Mas isso, de maneira alguma significa que você não deva melhorar sua flexibilidade. Desta forma, é muito importante que o treino de flexibilidade seja feito nos momentos mais adequados.
É muito comum vermos pessoas que alongam os grupos musculares que não foram trabalhados, logo após o final do treino de musculação. Esta é uma abordagem correta e no geral, ganhamos em tempo e eficiência. Mas para quem tem disponibilidade, pode fazer o treino de flexibilidade em momentos separados do treino de musculação ou qualquer outro mais intenso.

6. Periodicidade:
Este é outro ponto fundamental. De nada adianta treinar apenas uma vez por semana ou nem isso. É muito importante que você faça pelo menos 3 ou 4 treinos de flexibilidade durante a semana. Eles podem ser feitos após a musculação, como já citei, ou ainda, em momentos separados. O que importa é a periodicidade de seu treino e a forma como ele acontece.

Perceba que o treino de flexibilidade envolve uma série de fatores para que possamos ter melhores resultados. Jamais deixe este treino de lado e busque sempre melhorar sua amplitude de movimento. Bons treinos!




Fonte: Treino de  Mestre 

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